juntando os relatos de tanto tempo num lugar só. colocando eles aos poucos todos aqui. a data que vale é a do título. retalhos de uma cabeça em análise.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

12/12/2017

no sonho de hoje, que vai aqui também porque tinha muita gente nele e quero contar, menina Rúbia Martins morava numa cobertura na praça saens peña. mas na praça mesmo, um prédio branco ao lado de uma escola. era seguro para as crianças, alguém me dizia enquanto mostrava o prédio. eu entrava nele e na cobertura tinha uma piscina e uma edícula (eu sei) com paredes de vidro, como que uma sala. teto e chão de madeira escura. eu descia a escada para ver o cachorro e carregar o celular, perto da mesinha do telefone, com umas almofadas bege. um cachorro me levava pro banheiro. eu saía espantada porque ele sentava no vaso. crianças apareciam dando banho em 4 cachorros (3 deles salsichas) no chuveiro, que abria pro corredor. tudo branco e bege, eu ficava meio aflita com a água e os cachorros. eu pegava meu celular e esquecia o carregador, que depois voltei para buscar, e no stories do instagram, eu via Luiz Nadal tocando tambor num maracatu em ipanema (esqueci o nome), mas com um cisto no pé que fazia com que ele tivesse um pé calçado e um descalça.

acordei achando que ainda não eram 7h, hora que tinha colocado o despertador. eram quase 9h. nem me assustei. já perdi a manhã em niterói. eu tava cansada. vou ouvir a vida e vou cuidar um pouco de mim. (as in: passar o dia vendo burocracia de trabalho e banco). vou tomar um banho longo e dormir e ler. esse ano é mais um sem sustos nos exames. ainda não me acostumei.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

07/11/2017

No sonho de hoje. Eu chupava uma toranja azul. E estava amarga, porque eu esquecia de descascar. A casca era amarela. Grossa. Era assim que eu via que era toranja. Mas a polpa era azul do mar. Doce e aguada. Eu queria um brinco que fosse uma rodela dele. Mas só achava de laranjas. Pequeno. Eu tinha de cortar e não sabia como. Dizia para pessoa que ia ficar com ele pra mim.

Interpretar? Não. Quero comer toranja. Tenho sonhado muito. Finalmente sem o doutorado.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

06/11/2017

No sonho de hoje. Ando pelo centro, buscando um lugar para fazer exercício. Amiga não quer, faz xixi em mim, que me defendo com uma colher de pau. Chega um cara, de batom preto, eu jogo ele no chão e prendo com uma chave de perna. Fico discutindo com a pessoas peço de aluguel.

Não sei interpretar. Ainda tenho sono

domingo, 5 de novembro de 2017

05/11/2017

No sonho de hoje. Estava em Angra, acho. Um navio explodiu perto de mim, eu estava na água conversando e corri até uma casinha de bombeiros para confirmar que o número era180. Antes disso eu estava em um seminário. A comida era árabe. Roberta reclamava que era perto dela e eu não chamava pra almoçar, dizia que Vicente tinha amadurecido porque deixava marcar em foto (?!?). Meu pai estava em Angra, perto do navio explodindo. Acordei. Dormi de novo. Tenho de atravessar o túnel para chegar no seminário. Minha carona costumeira não foi. Vejo Manoela atravessar a pé, tem de subir uma escada. Volto pra pegar minha bolsa e correr atrás dela. Chegam outras amigas. Sugiro pegarmos um Uber. Elas querem a experiência. Perguntam se tem ratos. O zelador ri.

Sobre interpretar. Eu talvez precise de férias.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

23/10/2017

No sonho de hoje. Já esqueci quase tudo. Mas tinha um leopardo. Negro. Que nos seguia pela cidade. Era pra ter medo. Tinha um apartamento alugado para férias. Tinha uma discussão de onde almoçar. Tinha um couvert de dia das crianças. Chocolate com linguiça. Não lembro da ordem dos fatos.

Não sei bem por onde começar a pensar. Só penso no leopardo.

domingo, 22 de outubro de 2017

22/10/2017

No sonho de hoje. Eu sei, faz tempo. Eu ia no teatro ver uma peça. E era a peça errada. E eu acabava num planetário com a cadeira sendo mexida de posição para ver o teto. Não sem antes passar por uma lugar no teatro em que ia rolar briga de gangue (um rapaz tinha uma gilete na mão e a amiga comigo falava pra gente sair) e por uma cadeira que inclinava pra frente e me dava vertigem. Descendo pra encontrar outros amigos, via uma beijar um crush, mas ficava aliviada ao chegar perto e ver que era o marido dela. Nessa hora percebi que estava em um sonho. Minha calcinha rasgou do lado, eu prendi com grampo de cabelo. Ela ficou e pude seguir conversando/cozinhando

Sobre interpretar: ainda tô com vertigem da cadeira lá no meio do sonho. Era azul e branca. Deixa quieto.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

10/08/2017

No sonho de hoje. Eu fotografava "cores de África" escrito no chão com uns pincéis. Era pra ser a capa da tese. Eneida não gostava. Eu dizia que depois podíamos conversar. Tentava refazer a foto, melhor. Tentava pensar no miolo.

Sobre interpretar: meu inconsciente tá monotemático. Como eu